Educar e amar não podem ser considerados passageiros. Eles têm mesmo a ver com durabilidade, constância, eternidade. O amor transita pela educação, em seus meandros, e se faz resplandecer em palavras, comportamentos, ideias, intenções, olhares, enfim, em todas as formas de relacionamento. O conhecimento pode ser concebido de várias maneiras e as informações estão, cada vez mais, disponíveis. Que todos nós aproveitemos as possibilidades de acesso tecnológico e nos integremos, uns aos outros, entendendo a educação, não como um meio para criarmos distanciamentos, separações, classes e apartheid socioculturais, mas sim, como uma dádiva divina à inteligência humana para vivermos igualitariamente.
* Artigo publicado no Jornal Correio Popular de Campinas em 24/maio/2012
João Candido de Lima Neto
Filósofo e Pedagogo, Campinas
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